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Blogueiros e agências: A parceria perfeita para o sucesso

Com a contínua disseminação da tecnologia, muitas pessoas, em sua grande maioria jovens, fazem sucesso através da internet: são canais de vídeos, páginas em redes sociais e os famosos blogs. Para poder criar um blog, basta gostar de determinado assunto. Um bom conhecimento sobre o tema também é bem-vindo, mas o que manda mesmo é a curiosidade, o interesse em pesquisar informações e o prazer de levá-las aos seus leitores. E existem hoje blogs sobre variados temas, dentre os quais alguns se destacam por terem caído nas graças do público. O nome disso pode ser sorte, carisma, criatividade ou uma mistura de tudo isso.
O fato é que, não importa como, o sonho de todo blogueiro é um dia ser reconhecido e admirado pelo público que curte o tema do seu blog. E alguns acabam por tornar-se referências e formadores de opiniões de determinados assuntos. Quando isso acontece, não é só o interesse do público que despertam, mas também de agências publicitárias que veem nesses canais um bom local para veicular suas propagandas. Afinal, se o blog tem muitos acessos, isso significa que o anúncio será visto por muitas pessoas, aumentando a probabilidade de gerar conversões a partir desse primeiro contato.
Porém, o relacionamento entre blogueiros e agências ainda é algo meio obscuro e complicado. Isso porque ainda existem pontos que essas duas classes divergem em seus pensamentos e, em algumas situações, um pode sentir-se desvalorizado diante do outro. Apesar disso, ainda é possível buscar um ponto de equilíbrio nesse relacionamento, que tem tudo para dar certo e alavancar ainda mais o sucesso do blog e da campanha publicitária. Basta que cada um conheça seu espaço e suas atribuições e tenha em mente que o outro não é um concorrente, mas um profissional que visa um foco diferente do seu e, portanto, pode tornar-se um parceiro.
Para começar a construir esse relacionamento, é necessário que ambas as partes busquem algumas informações antes de “sair atirando para todos os lados”. As agências, antes de contatar um blogueiro, devem ler o blog e pesquisar um pouco sobre o autor. Veja se o produto que você deseja anunciar é condizente com o tema e nunca deixe de tratar o blogueiro como profissional. Solicite somente às informações que não estiverem disponíveis no blog e interaja com os posts. Muitas agências caem na besteira de entrar em contato somente quando precisam e isso afastará o blogueiro de você. Mesmo quando enviar um mailing trate cada um pelo nome e, se for o caso, promova um encontro entre o blogueiro e o anunciante.
Já o blogueiro, antes de buscar anunciantes, precisa ter consciência da importância do seu próprio trabalho. Manter um conteúdo relevante e sempre atualizado (postar abobrinhas só baixa a qualidade do seu blog e se nem o público se interessa, como você vai conseguir anunciantes?), possuir CNPJ e abordar os assuntos a partir de uma perspectiva diferente do que os outros escrevem mostrará que você não está brincando de escrever e ajudará a trazer credibilidade ao seu blog.

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Cold call ainda funciona no marketing?

A personalização é cada vez mais essencial para as empresas na missão de conquistar e fidelizar clientes. A técnica de cold call é utilizada justamente com esse intuito e, embora não seja exatamente uma novidade, continua sendo muito válida nos planejamentos de marketing.
O que é cold call?
Em tradução livre, essa expressão da língua inglesa significa “ligação fria”. Basicamente, consiste em ligar para um cliente em potencial apresentando a empresa, sua proposta, produtos e serviços. O intuito dessa prática é prospectar e gerar leads, portanto, o contato é feito com pessoas que não conhecem a empresa, pelo menos não em profundidade.
Muitos confundem o cold call com o telemarketing, no entanto, trata-se de duas estratégias bem diferentes: enquanto o cold call pretende construir um relacionamento com aquele cliente em potencial, para que as vendas aconteçam em médio e longo prazo, o telemarketing tem como foco vender no momento da ligação. Além disso, no telemarketing existe a intenção de executar o maior número de ligações no menor tempo possível e não há grandes preocupações com a personalização do atendimento, como acontece no cold call.
O cold call é uma estratégia viável especialmente para empresas que estão dando início às suas atividades. Além de investir em uma divulgação massiva nos meios de comunicação, tentar uma aproximação mais direta e pessoal com o público pode funcionar.
Como executar um cold call eficiente?
Embora o cold call possa ser considerado uma tendência, é inegável que se ele não for bem executado, a empresa terá investido tempo e dinheiro em uma estratégia que não irá trazer resultados. Isso, infelizmente, acontece bastante.
Algumas medidas que devem ser levadas em consideração no planejamento desse tipo de ação são as seguintes:
• Conhecimento do negócio: os colaboradores da área de cold call devem receber um bom treinamento para que conheçam profundamente a empresa, seus produtos e serviços e saibam tirar as eventuais dúvidas dos interlocutores;
• Conhecimento do público: é imprescindível determinar, com a maior exatidão possível, qual é o público que se pretende atingir e buscar essas pessoas para entrar em contato;
• Objetivo determinado: a ideia é apresentar a empresa, um novo produto, um serviço diferente? A ligação deve ser orientada por um objetivo muito claro;
• Foco no diálogo: uma das características que diferenciam o cold call do telemarketing é o fato de que aquele não tem roteiro. A ideia é que haja uma conversa entre a empresa e o receptor da ligação, e não a transmissão de uma mensagem pronta e decorada;
• Encontro pessoal: se possível e necessário, tente marcar encontros pessoais com aqueles que demonstram interesse pelo conteúdo da ligação. É uma forma de demonstrar que a empresa valoriza seus clientes.
A Defoco é uma empresa que presta serviços diversos na área de marketing. Um deles é a criação de identidade visual, fundamental para as empresas que estão surgindo ou para as que buscam um reposicionamento no mercado. Aliar uma estratégia como o cold call a uma identidade visual marcante, é uma excelente alternativa para a conquista de novos clientes.

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Crescimento das Redes Sociais no mundo dos negócios

Redes Sociais: o braço direito do mundo dos negócios
O principal alicerce das empresas com o público. O principal contato com as pessoas. A forma de aproximação empresa-público que os estudos mais recentes da comunicação publicitária tanto batem na tecla; o contato, a intimidade. Trazer a humanidade às empresas, mudar a visão fria de uma grande empresa não ter coração, de demonstrar que alguém está ali por trás fazendo a comunicação entre a empresa e o público. É importante, é necessário. E as redes sociais trouxeram essa possibilidade. Uma vertigem que a televisão, o rádio ou os jornais não puderam proporcionar. As redes sociais, por isso, são diferentes.
E por essa diferença que alavancou o que tange a utilização de mídias sociais para propagar a empresa. É um contato mais prático, mais viral e muito mais rápido. Com as mídias sociais, em uma hora, é possível a propagação de 10, 15, 20 mensagens de publicidade da empresa. Na televisão era uma hora marcada, assim como rádio, e nos jornais e revista, poucas vezes a mensagem era vista mais de uma vez pela mesma pessoa. Já nas redes sociais, por exemplo, um vídeo pode ser repetido, repassado e reassistido dependendo do seu teor e mensagem contidos.
As redes sociais de destaque no mundo dos negócios
Mas o que faz essas as melhores opções para os empresários? Por que utilizá-las? Por que são ótimas opções? Neste subtítulo: quais as redes sociais e suas funções? Confira:
Twitter: dinâmico, rápido e inclusivo. O twitter é tido como uma rede social a parte. Com um grupo seleto que opta pelas piadas e a descontração. No twitter, uma mensagem pode chegar muito mais rápido ao outro lado do mundo, do que propriamente o Facebook, por exemplo. O twitter é uma ótima opção para mensagens rápidas em tons de brincadeira, imagens montagens e participação ativa nas movimentações da rede social (como um evento em evidência que esteja sendo muito comentado).
Facebook: o faz-tudo das redes sociais. Textão, textinho, vídeo, imagem, gif e tudo o que for possível. O Facebook não precisa de apresentação, precisa ser utilizado, abusado e constantemente divulgado.
Snapchat: trazer o dia a dia da empresa, trazer a vida diária da empresa. Enfim, trazer o consumidor para a empresa. É muito importante saber como a ferramenta pode ser importante para fazer promoções, pequenas propagandas e uma interação com o público.
Instagram: imagem, imagem e imagem. O instagram é um ótimo recurso para divulgar, afinal, atinge um público como o twitter, e tem recursos quase como um snapchat ou um facebook. É rápido, dinâmico e excelente para divulgação de fotos e promoções.
Importância de ter um social media por traz
É sempre importante ter alguém especializado no que tange as mídias sociais. Os social-media são especialistas em conteúdos de rede sociais e, ter uma equipe adequada, alavancará, com certeza, sua empresa para uma escala ainda maior.
E uma empresa preparada para dar o suporte necessário a empresa é a Defoco, especializada no design digital e manutenção de redes sociais, pode dar o suporte total a empresa que deseja decolar na publicidade. Uma boa publicidade na web pode transformar sua pequena empresa, numa grande empresa. Afinal, o público está na internet.

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Networking: o que é, sua importância e como fazer.

Resumidamente, networking nada mais é do que ter e manter uma rede de relacionamentos saudáveis – no âmbito profissional, essa é uma ferramenta poderosa de ajuda mútua.
É por meio dela que você pode trocar indicações, conhecimentos, ideias, construir e compartilhar projetos e objetivos em comum.

Fazendo uso de um bom networking, é possível agregar conhecimentos e influências com o objetivo de otimizar resultados e criar soluções diferenciadas para os mais diferentes negócios. Atualmente, um indivíduo ou uma organização, para terem sucesso, precisam de um bom networking, com pessoas com diferentes interesses e pertencentes a muitos níveis hierárquicos, possibilitando diversos tipos de parcerias profissionais.

Mas fazer um bom networking não é tarefa das mais fáceis. É preciso, antes de tudo, se relacionar bem com outras pessoas e outros profissionais. E para ajudar, separamos mais algumas dicas para você construir e manter um networking enriquecedor:

• Participe de feiras e eventos com profissionais da sua área de interesse e lembre-se de fazer uma breve pesquisa sobre os assuntos e as pessoas envolvidas para não cometer gafes.

• Tenha sempre um cartão de visita em mãos. Hoje, existem muitos modelos diferenciados e feitos de materiais sustentáveis. Escolha um que tenha compatibilidade com sua área de trabalho.

• Participe de projetos sempre que possível, mesmo que não lhe tragam resultados financeiros e tangíveis a curto e médio prazos; podem ser projetos sociais.

• Faça uma lista com seus antigos colegas de trabalho, incluindo os chefes e também os atuais, mantenha sua lista sempre atualizada.

• Cultive as relações, mostrando-se sempre disponível para ajudar, participe de eventos sociais, cumprimente e converse com todos. Procurar as pessoas só quando está precisando de ajuda não é uma boa estratégia de networking.

 

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Princípios fundamentais das empresas visionárias.

og-postEm 1995, foi lançado no Brasil um livro com princípios que, seguramente, podem ser aplicados hoje e daqui a 20 anos. A obra é resultado da pesquisa de dois professores da Universidade de Stanford – James C. Collins e Jerry I. Porras – em dois grupos de empresas: as visionárias e as de comparação. As visionárias nasceram no mesmo período das empresas de comparação, com mais ou menos as mesmas condições e os mesmos recursos. A única diferença é que as visionárias cresceram, fizeram parte da história e ainda estão desempenhando suas funções com muito sucesso enquanto as empresas de comparação, algumas até existem ainda, mas não se destacaram tanto quanto as visionárias.
O nome do livro é “Feitas para durar: práticas bem-sucedidas de empresas visionárias”. Nele os autores descrevem a história, desde os primeiros até os mais recentes líderes dessas empresas, a operação, as metas, os rituais, enfim as práticas que levaram as empresas ao posto de empresas visionárias.
Separamos alguns trechos para compartilhar com você, leitor do blog da Defoco. Se aplicados, esses princípios podem mudar para muito melhor sua empresa e talvez até fazê-lo participar do próximo livro deste gênero, daqui a 50 anos. Quem sabe?

Mais do que lucros
Três declarações dão conta de mostrar exemplos de empresas visionárias e que o lucro é importante, mas existem forças mais inspiradoras do que ele. A primeira é do ex-diretor-executivo da HP, John Young, em 1992; a segunda do Guia Interno de Gerenciamento da Merck, de 1989; e a última do ex-diretor-executivo da Ford, de 1994.
“Nossos princípios básicos permaneceram intactos desde sua concepção por parte dos fundadores. Nós sabemos a diferença entre valores e práticas centrais; os valores não mudam, mas as práticas podem mudar. Também ficou claro para nós que o lucro – apesar de ser importante – não é o motivo da existência da HP; a empresa existe por motivos mais fundamentais.”
“Nosso negócio é preservar e melhorar a vida das pessoas. Todas as nossas ações têm que ser medidas em termos de atingir esta meta.”
“Colocar os lucros depois das pessoas e dos produtos foi uma coisa mágica que a Ford fez.”
E depois os autores nos presenteiam com uma definição esclarecedora: “A lucratividade é uma condição necessária para a existência e um meio de se atingir objetivos mais importantes, mas não é o objetivo em si para muitas empresas visionárias. Os lucros são o que o oxigênio, a comida, a água e o sangue representam para o corpo; sem eles não há vida, mas eles não são o sentido da vida.”

Descubra a missão da sua empresa, comunique aos seus colaboradores e inspire-se para buscar mais do que lucros!

 

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Tendências para os próximos 50 anos!

As conquistas sociais da mulher representam, não apenas um avanço, um desenvolvimento na humanidade da sociedade, mas também e principalmente, um grande salto evolutivo do mercado.
Nas últimas décadas, muitas foram as conquistas sociais das mulheres como o direito ao voto, à carteira nacional de habilitação e no Brasil, até a faixa presidencial da república.
Se de um lado as mulheres comemoram, há aquelas que prefeririam não ter conquistado tanta coisa assim. O grande volume de responsabilidades que as mulheres têm hoje deve-se ao fato das muitas conquistas. No entanto, ao evoluir socialmente elas não deixaram de ter as velhas responsabilidades – pelo menos não por inteiro – de antes e as tarefas foram se acumulando.
Além de ter que ser bonita, estar em forma e ser excelente profissional, ainda é necessário estudar, crescer na carreira, dar atenção para a família, marido e filhos – quando os tem, porque ultimamente estão deixando de tê-los em função das “conquistas”.
A revista Cláudia publicou recentemente 50 tendências para os próximos 50 anos e vamos reproduzir aqui as que consideramos as 10 mais interessantes. Observe atentamente o contexto em que estamos vivendo e utilize estas dicas e tendências para oferecer produtos cada vez mais adequados à realidade das mulheres nos próximos anos:

1. Natureza / Sustentabilidade – “As meninas de hoje serão, amanhã, mulheres que cuidarão da natureza praticamente no piloto automático. As crianças estão levando os conceitos de sustentabilidade para casa.”

2. Redes sociais – “Os próximos anos serão marcados pelo resgate da privacidade exposta nas redes sociais. “A mulher vai passar a usar a internet mais profissionalmente do que pessoalmente. Ela estará mais interessada em postar seus projetos do que o churrasco do fim de semana em casa”, diz Cynthia de Almeida.”

3. Sexto sentido – “Com a autoconfiança em alta, resultado do sucesso profissional e da conquista da liberdade, a mulher voltará a valorizar o sexto sentido. Segundo o Movimento Habla, ela vai usar a intuição até para resolver questões no trabalho.”

4. Tecidos evoluídos – “Os estudos apontam para tecidos autolimpantes (que ficam limpos automaticamente) e termorreguladores (que aquecem ou refrescam o corpo de acordo com a temperatura ambiente). “Os avanços serão no sentido de trazer praticidade e conforto para o dia a dia”, afirma Silvana Eva, gerente de produto da marca Lycra no Brasil.”

5. Cremes eficazes – “Os cremes trarão resultados mais rápidos e visíveis em termos de rejuvenescimento, eliminação de manchas ou tratamento para acne. “As substâncias ativas vão chegar às camadas profundas da pele, como hipoderme”, explica Paschoal Rossetti Filho, cosmetólogo com especialização em Paris em ativos de beleza.”

6. Beleza diferente – “O conceito de beleza vai se afastar do padrão aniquilante de hoje”, acredita a cientista social Celia Belem. O que importará no futuro será cuidar-se bem, sobretudo da pele, do cabelo e dos dentes.”

7. Aparência jovial – “Nunca as mulheres pareceram tão joviais – e é daqui para melhor, oba! Cremes altamente tecnológicos, cuidados precoces com a pele, tratamentos estéticos e a valorização crescente dos poderes da boa alimentação vieram para ficar.”

8. Moeda física menos utilizada – “A moeda física (dinheiro, cheque, cartão de crédito) será menos usada, e os pagamentos ou transações financeiras ocorrerão por operações via computador, celular, tablet, smartphone.”

9. Depreciação do workaholic – “A ideia do trabalho associado ao sacrifício e que empobrece a vida pessoal estará desvinculada dos valores do futuro. O workaholic será visto como uma figura depreciativa e triste”, avalia o sociólogo Gabriel Milanez, da Box 1824, em São Paulo.”

10. Gerações do “e” e não do “ou” – “Hobbies, estudos e pesquisas pessoais se tornarão fontes de renda alternativa. Uma estilista também poderá ser DJ no tempo livre, estudar mitologia grega – talvez dar palestras sobre o assunto – e trabalhar com animais abandonados. “As gerações serão do ‘e’, não do ‘ou’ ”, diz Milanez.”

Agora, pense onde seu composto de marketing pode ser trabalhado para atender estas demandas e bons negócios!

Fonte: Revista Cláudia

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Vendedor é a sua mãe… seu pai, você, todos nós.

Você já parou para pensar que estamos vendendo o tempo todo? Isso mesmo. Até você que não é vendedor faz isso. Você vende uma imagem para sua família, para o seu círculo social, para os seus subordinados, para o seu empregador.
Hoje, Dia do Vendedor, queremos deixar registrada a nossa admiração por este profissional que enfrenta trânsito, calor, frio e desafios insolúveis aos olhos dos outros. No entanto, o vendedor profissional sempre consegue oferecer um sorriso e uma solução. Para te ajudar a progredir ainda mais na sua carreira, vamos deixar três dicas fundamentais para você se tornar um vendedor ainda melhor.

1. Conheça o cliente
Pode parecer óbvio falar em conhecer o cliente, mas mesmo os vendedores mais experientes, às vezes, erram no básico. E o que é conhecer o cliente? Bom, isso não tem limite, mas procure saber:
a) o que o seu cliente valoriza – preço, rapidez, qualidade, relacionamento, proximidade;
b) qual a melhor forma de se relacionar com ele – alguns gostam de visitas periódicas, tomar café, bater papo; outros são bem objetivos, gostam de resolver a maior parte das coisas por telefone ou e-mail e visita mesmo, só quando não tem outro jeito;
c) como é a operação do seu cliente, como ele trabalha, o que dá mais lucro, quais os temores dele e os pontos fortes.
Quanto mais você conhecer o cliente, melhores serão as propostas que você será capaz de oferecer.
2. Procure entender as mudanças sociais
Transformações sociais profundas estão acontecendo. Essas mudanças alteram a maneira como fazemos negócios. Fique atento aos valores atuais da nossa sociedade e pense em como isso se relaciona ao seu negócio na hora de fazer uma proposta. Alguns dos valores da sociedade atual: imediatismo, descentralização, novas relações afetivas e de trabalho, crescimento da importância das redes sociais, valorização dos sentidos, das marcas e do design.
3. Coloque-se no lugar do cliente
Não existe um exercício mais prático, simples e melhor do que se colocar no lugar do outro. Quando você vai comprar você quer saber as vantagens, o que você ganha comprando determinado produto ou serviço. Quando você vai vender, procure se colocar no lugar do cliente e imagine se você compraria de você mesmo. Você compraria? Faça esta análise sincera, faça os ajustes necessários e boas vendas!
E aí? Qual a dica que você deixa para os seus colegas? Compartilhe com a gente. Comente.

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Defoco na Beauty Fair 2011

A 7ª edição da Beauty Fair – Feira Internacional de Cosméticos e Beleza – aconteceu em São Paulo, no centro de exposições e convenções Expo Center Norte, do dia 10 a 13 de setembro de 2011. E nós aqui da Defoco estivemos por lá prestigiando os belíssimos estandes dos nossos clientes e conferindo as principais novidades e tendências do setor.
Voltada ao segmento de cosméticos, a Beauty Fair é um evento de negócios que reúne anualmente profissionais, empresários, fabricantes e distribuidores do Brasil e do mundo, que compõem os diversos nichos do mercado de beleza. Na edição deste ano, a Beauty Fair contou com mais de 450 expositores, numa estrutura de 82 mil m², que atraiu mais de 130 mil visitas e gerou mais R$ 390 milhões em negócios para o setor. Confira os clicks que a Defoco fez por lá!

A próxima edição da Beauty Fair acontece em 2012, do dia 8 a 11 de setembro, no Expo Center Norte em São Paulo. Para mais informações acesse: www.beautyfair.com.br