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E chega a hora de dar tchau!

Os produtos invariavelmente nascem, experimentam um crescimento, passam por um período de maturidade e depois disso começam a declinar. Alguns se reinventam, outros dão tchau e outros fazem as duas coisas ao mesmo tempo.
Tem um ano, aproximadamente, que a Encyclopædia Britannica tomou uma decisão radical: parou de vender a edição impressa.
A decisão foi resultado de uma série de pressões competitivas provenientes principalmente do ambiente tecnológico que, ao longo dos anos 1990 e início da década passada, foram obrigando a empresa a rever seu modelo de negócio.
No entanto, o que faz a Britannica continuar sendo uma empresa de sucesso é o fato de eles terem uma missão e terem tomado as decisões com base nela.
Em recente matéria à Harvard Business Review Brasil, o atual presidente da companhia conta como foi o processo para tomarem a decisão de acabar com um produto de 244 anos.
O assunto deste texto tem estreita ligação com o conceito de Ciclo de Vida do Produto. Para cada fase existem decisões específicas que devem ser tomadas e este caso ilustra bem uma decisão com base no ciclo de vida do produto. Que ele sirva para você fazer uma reflexão sobre seu portfólio de produtos e seu atual modelo de negócio.
Esta breve linha do tempo ilustra os principais acontecimentos que levaram a edição impressa a ser tirada de circulação.

Apesar de o gráfico mostrar uma queda vertiginosa da edição impressa, a empresa se manteve alinhada com a sua missão de produzir conteúdo de altíssima qualidade e direcionou os esforços para o aprendizado na plataforma digital.
O principal motivador do direcionamento está em 2001, quando a Wikipédia foi lançada e causou desconforto em muitos públicos ligados à Britannica. Foi quando o presidente da empresa, Jorge Cauz, decidiu não mais competir no mesmo mercado – verbetes, quantidade, enciclopédia – e passou a atender o mercado de aprendizado, focado no ensino fundamental e médio.
Hoje, são mais de 500 mil assinantes que usufruem do conteúdo da Britannica voltado para o ensino fundamental e médio. A empresa registra uma taxa anual de crescimento de 17% e os serviços digitais uma alta taxa de renovação de 95%. Ao contrário do que possa parecer a equipe comemorou o fim da edição impressa com 244 balões prateados e um bolo de 60 quilos no formato da edição impressa da enciclopédia. Isso porque as decisões que levaram ao fim dos admiráveis livros fizeram com que a empresa continuasse crescendo e hoje é uma empresa saudável que pode dizer que cumpre a missão adaptando-se ao contexto.

 

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Momentos valiosos, em qualquer lugar.

Uma pesquisa com adultos usuários de smartphones dos EUA, descobriu que 63% dos entrevistados do sexo feminino e 73% dos entrevistados do sexo masculino não passam mais de uma hora sem checar o seu telefone. (Fonte: Harris Interactive, junho de 2012).
Usuários de telefones celulares entre 18 e 24 anos trocam, em média, 109,5 mensagens por dia, mais de 3.200 por mês. (Fonte: Pew Research Centre, setembro de 2012)
Um estudo acadêmico sobre usuários da plataforma Android, revelou que mesmo checando os celulares aproximadamente uma hora por dia, o tempo médio de visita aos aplicativos é de um pouco mais de um minuto. (Fonte: DFKI, novembro de 2011).
Estas três informações fazem parte de uma tendência chamada Mobile Moments, identificada pelo Trendwatching, uma empresa de tendências com atuação global que disponibiliza informações valiosas em seu site.
Segundo o relatório, as pessoas irão utilizar cada vez mais o tempo que tem para comprar produtos, serviços e experiências através das plataformas mobile.
Alguns exemplos interessantes mostram como essa tendência está se fortalecendo.
• Biblioteca virtual: em julho do ano passado (2012), foi inaugurada uma biblioteca virtual que pode ser acessada através de QR codes espalhados pela cidade em locais como pontos de ônibus. Os moradores da cidade de Klagenfurt, na Áustria, tiveram acesso à literatura clássica a partir de qualquer lugar onde encontrassem os adesivos amarelos com os QR codes.
• Por tempo limitado: em outubro de 2012 o serviço já processava 20 milhões de imagens por dia. Trata-se do Snapchat, um aplicativo que compartilha imagens que são programadas para serem apagadas em alguns segundos.
• Garrafas virtuais: com forte apelo social, o WeChat é um aplicativo de mensagens global que permite estabelecer conversas com estranhos randomicamente. O aplicativo tem uma função chamada “Remote Shake” que conecta as pessoas que chacoalham os smartphones ao mesmo tempo. Outra função é a “Drift Bottle”, que permite o envio de mensagens em garrafas virtuais para serem recolhidas e lidas por qualquer um que esteja navegando no “mar” do aplicativo.
• Lojas nos adesivos: a difusão do uso de QR codes no varejo possibilitou à empresa norte-americana Peapod.com anunciar em outubro de 2012 o lançamento de mais de 100 “lojas virtuais” nas maiores estações de trem de Nova York, Washington, D.C. e Chicago.
Podemos ver cada vez mais as mudanças que os conceitos de espaço e tempo, alterados pela imersão da sociedade nas novas tecnologias de comunicação, estão causando no comportamento das pessoas e como as empresas estão tirando proveito disso para ganhar dinheiro e o mais importante, para oferecer soluções, experiências e serviços que levam suas marcas ao coração das pessoas.

E a sua empresa, como está aproveitando a onda do Mobile Moments?

 

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Novos comportamentos pedem novas linguagens.

Assim como colocamos no texto sobre o rádio, que uma nova mídia não toma o lugar da outra, agora é a vez da televisão. Quando uma nova mídia – forte como a internet – aparece, mexe com a estrutura do sistema de comunicação como um todo e tira as pessoas da zona de conforto. O aparecimento e o amadurecimento da internet, fez as outras mídias se reinventarem. Em alguns casos, faz encontrar o lugar delas no sistema.
A televisão no Brasil é uma mídia com grande poder de influência e está em praticamente todos os planos de comunicação de grandes empresas. Mesmo com o crescimento da internet liderando o ranking, com 15,46%, a TV ainda tem 64,88% de participação no total de investimentos publicitários no país, segundo o Projeto Inter-Meios / Meio & Mensagem (07/2012).
Diante de tão expressiva participação, vamos falar da televisão, mas do ponto de vista do jovem telespectador que pode ser internauta, blogueiro e ouvinte tudo ao mesmo tempo. Isso acontece porque o funcionamento do cérebro tem sido alterado por influência da convivência com as novas tecnologias de comunicação.
O primeiro pesquisador a debruçar sobre o tema foi o canadense Don Tapscott, em 1997. Em entrevista com 300 jovens da geração Y (nascidos entre 1980 e 1990) ele descobriu que estava sendo criada uma nova cultura por essa geração e que, por meio da internet, ela iria impor esta nova cultura para toda a sociedade.
E quando falamos de cultura estamos falando também de comportamentos. Se os comportamentos estão mudando, muda-se também, obrigatoriamente a maneira como nos relacionamos, como conversamos e como vendemos uma marca a esses jovens, chamados por Don Tapscott de geração Net.
Uma das descobertas da pesquisa realizada pelo canadense é que a geração Net é multitarefa. E isso muda tudo ao pensar na comunicação pela televisão. Já que a geração Net assiste TV enquanto escreve no blog, envia mensagens, twitta e posta no Facebook, a melhor forma de fechar o cerco é a integração.
Uma campanha que chamou a nossa atenção por este aspecto da integração entre web e televisão foi a da Rede Globo, para o lançamento do seriado Suburbia.
A campanha na TV pedia para tirar uma foto do logotipo e enviar para o e-mail suburbia@redeglobo.com.br para receber a trilha sonora do seriado. Outra frente da campanha, em mídia impressa, também pedia para fotografar o logotipo, ou o anúncio e enviar para o mesmo e-mail. Neste caso a pessoa receberia o trailer da série em vídeo.
São ações como essa que mostram como é possível integrar as mídias e usá-las, cada uma com sua peculiaridade, explorando o que cada uma tem de melhor e contando que as pessoas não estão em uma ou outra ponta. Elas estão em todos os lugares ao mesmo tempo.
Quando há mudanças sociais importantes como esta que estamos vivendo, proporcionada pela internet, os comportamentos se alteram e é preciso ajustar as estratégias, a forma de comunicar, as linguagens e os conteúdos. Só assim é possível alcançar o público almejado e iniciar relacionamentos bons para ambos – marcas e consumidores.

Fontes:
• Meio e Mensagem
• H6 Informática (Don Tapscott)
• Suburbia (Rede Globo)

 

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Estratégias para a hora da verdade.

É no ponto de venda que o consumidor toma a decisão de levar pra casa o seu produto ou o do concorrente. Antes de o consumidor chegar no ponto de venda, tem todo um trabalho de comunicação que deve colocar a sua marca no lugar da primeira escolha dele na categoria.
Só que o ser humano é complexo e a neurociência tem mostrado cada vez mais o quanto somos “estranhos”. Por exemplo, pode ser que determinada marca tenha feito um excelente trabalho de comunicação, tenha chamado a sua atenção, despertado o interesse, criado em você o desejo de usufruir daquele produto ou serviço, por uma questão de preço você pode optar, na última hora, pelo produto concorrente. E neste exemplo, a diferença que pode motivar a desistência pode ser para cima ou para baixo, não importa.
O preço é apenas um dos fatores que influencia a compra de um produto no PDV. Existem muitos outros, como embalagem, decoração, fragrância, organização, limpeza do local, os materiais com informações sobre o produto, os apelos promocionais como stopper, faixa de gôndola, wobbler. Esses e muitos outros influenciam na escolha da sua marca.
Este post não trata de apresentar detalhadamente cada fator de influência, mas provocar o caro leitor do nosso blog a refletir sobre tudo que pode influenciar o shopper* no momento de escolher uma marca e como gerenciar estes fatores de influência favoravelmente à sua marca.
O grande objetivo é coordenar todos os esforços de marketing da indústria até o consumidor final, ou seja, o relacionamento com logística, merchandising, intermediários de marketing e tudo isso para entregar um produto com boa comunicação, preço adequado, posicionamento bem definido e pronto para ser comprado.
Mas, concentrando a reflexão no ponto de venda, podemos dizer que todo o trabalho que é feito, desde a concepção do produto até ele chegar no ponto de venda, pode ser perdido se não houver, desde o começo uma estratégia consistente para estimular o consumidor a levar o seu produto ao invés do produto concorrente.
Vamos deixar 5 dicas para você melhorar a performance da sua marca no PDV.1. Design de embalagem: menos de 11% dos produtos de um supermercado têm suporte de comunicação fora do estabelecimento. O design de embalagem, muitas vezes, é o único veículo de informação sobre o seu produto. Precisa ser feito por profissionais competentes, para alinhar a estratégia da empresa, o posicionamento do produto, a categoria, tudo transformado em cores, texturas, tipografias para convencer o shopper que a melhor opção é sem dúvida a sua marca.

2. Cuide bem do “antes”: ter a melhor embalagem ajuda muito, mas se houver um trabalho de comunicação ao redor do consumidor antes de ele visitar o ponto de venda, as chances de ele levar o seu produto aumentam substancialmente. E aqui, não estou falando de comunicação de massa, TV Globo, milhões de reais em uma campanha, não. Estou falando de comunicação criativa, comunicação para a nossa época, adequada com o perfil de cliente. Comunicação com conteúdo, daqueles que o consumidor se envolve, se interessa, vai atrás.

3. Use o site da marca: um dos canais que podem ser utilizados para fazer parte da comunicação do tópico acima é o site da marca. Ele pode, inclusive, ser a plataforma centralizadora da comunicação do produto. Investir em sites desenvolvidos especificamente para as plataformas móveis também é uma grande vantagem. Hoje, muita gente vai para o ponto de venda e pesquisa na frente do produto para encontrar mais informações sobre ele e então poder decidir pela compra. Disponibilize informações. Não seja cansativo, mas não deixe de vender por falta de informação.

4. Crie uma atmosfera: existem diversas maneiras de criar uma atmosfera adequada para a compra do seu produto no PDV. O uso de cores, texturas, fragrâncias e decoração no ponto de venda ajudam a criá-la. Sabemos que existem as limitações impostas pelos lojistas, mas mesmo que consiga um pequeno espaço é possível chamar a atenção do consumidor, criar a atmosfera adequada, aumentar as vendas e aí então, conquistar mais espaço no PDV.

5. Conheça o consumidor: investir em pesquisa é o caminho para conhecer as motivações do consumidor e então desenvolver apelos, atributos e descobrir benefícios para comunicar no momento de decisão de compra. Existem basicamente duas formas de pesquisa: dados primários e secundários. A de dados primários é aquela que busca a informação direto na fonte, ou seja, no próprio shopper, ou no consumidor. E a de dados secundários é levantar e organizar dados que já foram coletados em outras pesquisas e estão disponíveis em sites e portais. Quanto mais se conhece sobre o consumidor, mais competência se cria para falar com ele e convencê-lo de que a sua marca é a melhor alternativa.

Agora, mãos à obra e se precisar de ajuda, não deixe de falar com a gente!

*Shopper: a pessoa que vai no PDV para comprar. É importante nomear porque o consumidor é aquele que vai consumir, que vai fazer uso do produto, mas nem sempre é ele quem compra, por isso a importância de determinar com quem estamos falando.

 

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Dicionário de Marketing para clientes Defoco

Para facilitar a nossa comunicação, elaboramos este pequeno dicionário de termos técnicos da área de comunicação e design. Quando surgir alguma dúvida, acesse este texto e acabe com ela!

Briefing
Derivado do termo brief, que em inglês quer dizer resumo. Briefing é o documento que dá sustentação à criação publicitária ou a outras criações de design. É por meio do briefing que, por um lado, o cliente consegue refletir na solicitação que está fazendo, nos objetivos e na utilização do material. Por outro lado, a agência tem informação para atender à solicitação de forma assertiva, rápida e oferecer a solução que o cliente realmente precisa. Quanto mais completo melhor. Ganha tempo a agência e ganha tempo o cliente.

Planejamento
Planejar é o ato de pensar sobre o que não irá acontecer a menos que se faça alguma coisa. O planejamento por parte dos clientes nos ajuda muito, pois quando há um planejamento prévio das ações temos mais tempo para criar soluções e resultados que surpreendem. Lógico que em algumas situações não há tempo para planejar, mas vamos deixar algumas dicas neste link  para lhe ajudar. Acesse assim que puder.

Anúncio
Comunicação paga, feita em revista, jornal, tablóide de ofertas. As medidas geralmente são 1 página, 1/2 página, 1/3 de página ou de acordo com o veículo.

Apresentação
Conjunto de slides para apresentar uma ideia, um projeto, um lançamento, toda a linha de produtos ou a empresa. Pode ser de dois tipos:
1. Para apresentação pessoal: com pouco texto, texto em tópicos e bastante imagens para reforçar o que está sendo dito pelo orador;
2. Para enviar por e-mail: este formato pede textos mais longos já que não terá a presença do apresentador para discursar sobre o conteúdo da apresentação.

Banner
Peça publicitária vertical para PDV composta por uma lona e duas estruturas de madeira para sustentação – parecidas com cabo de vassoura. Geralmente é utilizada em ações promocionais para dar evidência a algum lançamento ou linha de produtos. Não existe um tamanho padrão, mas um formato muito utilizado é o 90 x 120 cm. Pode ser impresso com fotografias ou pode ser feito com adesivo de recorte.

Faixa
Similar ao banner, mas no formato horizontal. A faixa varia muito em tamanho, dependendo do local onde será instalada.

Painel
Semelhante a faixa e ao banner, mas este tem uma estrutura e é normalmente utilizado para divulgar uma informação mais duradoura. Algumas empresas utilizam para colocar o nome da loja, ou alguma linha de produtos parceiros da loja, dentro do próprio estabelecimento.

Catálogo
Material impresso que tem o objetivo de apresentar todos os produtos de uma marca / empresa. Chamamos de catálogo também o material que apresenta a empresa em detalhes, mesmo que não apresente todos os produtos.

Design de Embalagem
Aqui englobamos todos os dois principais serviços relacionados ao design de embalagem: o rótulo e o design da forma da embalagem.

E-mail Marketing
Peça publicitária para ser enviada por e-mail. Para utilizar e-mail marketing com eficácia, o correto é criar uma landing page, que receberá todo o tráfego proveniente do e-mail marketing. Desta forma, é possível mensurar a ação com número de cliques e cadastros.

Folder
O termo folder vem de fold, que em inglês quer dizer dobra. Nós chamamos de folder o material que tem até duas dobras, seja ele institucional ou promocional. O mais comum é aquele formato com duas dobras, aberto no formato A3 ou A4.

Identidade Visual
É a criação e definição da maneira como a empresa vai se expressar visualmente. Inclui logotipo, cores, tipo de letra padrão para documentos internos e externos, texturas e outros elementos que reforçarão a identidade da empresa no campo visual.

Impressos
Se não é folder, nem catálogo pode ser considerado um impresso. Nesta categoria estão panfleto, flyer, lâmina, folheto, take one. Trata-se de um material promocional para ser distribuído, normalmente no ponto de venda (também é muito utilizado em eventos onde há grande circulação de pessoas).

PDV
Materiais que não constam em nenhuma das categorias acima para ser utilizado no PDV. Entre eles estão woobler, faixa de gôndola e stopper. Existe também a possibilidade de criação de novos formatos, de acordo com o nível de relacionamento que a marca tem com o PDV.

Site
Conjunto de páginas na internet que falam sobre a empresa, seus produtos, sua história, seus diferenciais e ainda disponibiliza canais de contato.

Landing Page
Semelhante a um site, mas tem um conteúdo vertical, ou seja, muito conteúdo específico sobre um determinado assunto – produto, promoção, diferencial -, e é utilizada em campanhas de e-mail marketing.

Vídeo
Este termo não causa nenhuma confusão, mas em síntese, é um conjunto de imagens sobrepostas com intervalos de tempo menor que 1 segundo que dão a ilusão de movimento. Existem algumas categorias de vídeo para empresas:
1. Institucional: é o vídeo que apresenta a empresa, sua missão, visão e valores, seus diferenciais, sua linha de produtos, como ela lida com os funcionários e com os diversos públicos estratégicos, parceiros, comunidade, entre outros. Não existe um tempo padrão para vídeo institucional. O tempo de duração depende do conteúdo e do ritmo que tem a edição para que ele transmita a mensagem institucional e não canse o espectador.
2. Promocional: normalmente é um vídeo mais curto, para destacar um produto, seus benefícios e atributos. Pode ser utilizado para apresentações comerciais ou para ser disponibilizado na internet, em sites de vídeo como o Youtube.
3. Publicitário: são vídeos nos formatos para TV e tem 15, 30, 45 ou 60 segundos de duração.

Se quiser, sugira novos termos para incluirmos aqui.

Última atualização dia 09/10/2012.

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Uma nova metodologia no design de produtos traz resultados eficazes.

Design de pontos de contato é uma metodologia criada pela Defoco. Uma forma de trabalho que coloca a marca da empresa no centro dos esforços de comunicação e design.
O início do trabalho se dá com o mapeamento dos pontos de contato entre consumidor e marca. Em cada ponto de contato existe a oportunidade de fazer design e transformá-lo em uma peça que vai gerar valor para a marca e influenciar positivamente os resultados para a empresa.
Hoje, apesar de a internet e as redes sociais estarem em destaque nas mídias especializadas, não se pode desprezar as outras formas de comunicação – nem as tradicionais, nem as alternativas. No ponto de venda existem diversas oportunidades de comunicação: desde a embalagem até os materiais para atrair a atenção do consumidor no “momento da verdade”, como displays eletrônicos, faixa de gôndola, stopper, woobler, banner etc. Esse conjunto de estímulos ajuda a influenciar a decisão do consumidor no PDV.
E, apesar de 73% das decisões de compra do consumidor brasileiro acontecer no PDV, existe o trabalho importantíssimo que é feito antes, para plantar na mente do cliente os atributos do seu produto, mostrando porquê ele vale a pena. Este é um trabalho minucioso de influência ao longo do tempo, onde são fornecidas informações sobre o produto, conteúdo de interesse dos consumidores, fixação da marca associada a experiências positivas e agradáveis até que o consumidor chega no PDV, vê o produto e sente uma pré-disposição para comprar. Deste ponto para a compra basta mais um estímulo e pronto: A compra é efetuada.
Em todo este percurso, de fornecimento de informação, de comunicação e de persuasão a Defoco faz uso do design, para gerar influência e criar valor. É assim que trabalhamos com esta nova metodologia de “Design de pontos de contato”. Conheça nossa apresentação: